Primos, ACM Neto e Luis Eduardo Magalhães Filho não se seguem nas redes sociais
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Primos em primeiro grau, ACM Neto (União Brasil) e o empresário Luis Eduardo Magalhães Filho não se seguem nas redes sociais. Apesar de parecer uma nota digna de páginas de fofoca, a política é feita de detalhes e o fato de os dois não se seguirem no Instagram, embora pra muita gente pareça algo banal, […]

Primos em primeiro grau, ACM Neto (União Brasil) e o empresário Luis Eduardo Magalhães Filho não se seguem nas redes sociais. Apesar de parecer uma nota digna de páginas de fofoca, a política é feita de detalhes e o fato de os dois não se seguirem no Instagram, embora pra muita gente pareça algo banal, diz muito sobre como deve se arrumar o tabuleiro político baiano nos próximos anos.

Duquinho tem sido cobiçado por parte da oposição para liderar o grupo contra o PT no estado nos próximos anos e virou alvo número 1 dos aliados de Neto.

Luis Eduardo Filho também não é seguido pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, mas é por Geraldo Júnior (MDB), vice-governador da Bahia e hoje o principal adversário de Bruno na disputa pelo Palácio Thomé de Souza em outubro.

Apesar de não ter envolvimento político e nunca ter disputado cargos eletivos, Duquinho passou a ser cortejado por nomes insatisfeitos da oposição baiana para que possa ser candidato ao governo baiano em 2026. Nos bastidores, o entendimento é que Neto não conseguiu cumprir o esperado pelo grupo e que não tem mais força política para polarizar nos próximos anos com a base liderada pelo PT no estado.

Líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), o deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) chegou a se manifestar publicamente contra a ideia de Duquinho assumir o posto, agindo como porta-voz de Neto e Bruno Reis.

“Só pode ser brincadeira isso. Cai de paraquedas. A oposição não está precisando de líderes”, escreveu Alan em uma publicação.

Apesar de parecer algo comum, o tratamento frio nas redes sociais é visto por alguns políticos como sinal de que a relação política entre os primos é distante e que futuramente esse distanciamento poderá culminar em uma queda de braço discreta pelo posto de ‘herdeiro carlista’.