Lauro de Freitas: vereador do PT usa palavras homofóbicas e agride colega em sessão da Câmara
  • Compartilhe:

Ex-secretário e vereador Decinho chamou o também edil Tenóbio de “viad1nho” Mais uma vez a sessão da Câmara de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador,  foi marcada por agressões e xingamentos de políticos da base contra um vereador da oposição. Decinho (PT), vereador e ex-secretário de Serviços Públicos do município usou a tribuna para […]

Ex-secretário e vereador Decinho chamou o também edil Tenóbio de “viad1nho”

Mais uma vez a sessão da Câmara de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador,  foi marcada por agressões e xingamentos de políticos da base contra um vereador da oposição. Decinho (PT), vereador e ex-secretário de Serviços Públicos do município usou a tribuna para proferir palavras homofóbicas contra o vereador Tenóbio (PL).

“Eu não aceito mais ser chamado a mim e meus colegas de ladrão, porque você não é homem, você é viadinh0”, afirmou Decinho. Em seguida ele parte para agressão e chega a chamar o colega de parlamento “pra mão” : “Eu não tenho medo nenhum de você, você quer ver que não tenho medo de você”, complementou descendo da tribuna e partindo pra cima do colega de parlamento.

“Esse mesmo vereador já me mostrou a arma dele algumas vezes, se eu tivesse medo de bandido eu não estaria aqui enfrentando”, rebateu Tenóbio.

A sessão ordinária (última antes do recesso parlamentar) deliberava sobre mais um empréstimo de 60 milhões pleiteado pela prefeita Moema Gramacho (PT). Nos últimos meses, já foram aprovados empréstimos no montante de mais de 200 milhões de reais. A oposição questiona a efetividade do uso desses recursos e a finalidade de um novo endividamento aos cofres públicos, às vésperas da eleição municipal.

“A aprovação de mais esse empréstimo é um escárnio contra a nossa cidade, nossa sociedade. Só em 2024 a Câmara já aprovou mais de 210 milhões em empréstimos e nenhum dos projetos foi executado. A população quer saber pra onde tá indo todo esse dinheiro, já que as obras não são executadas”, afirmou Tenóbio.